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O que é ERP

O que é ERP ( Enterprise Resource Planning)

 

O Enterprise Resource Planning (ERP) é definido como a capacidade de fornecer um conjunto integrado de aplicativos de negócios. As ferramentas de ERP compartilham um processo e modelo de dados comuns, cobrindo processos operacionais abrangentes e abrangentes, como os encontrados em finanças, RH, distribuição, fabricação, serviço e cadeia de suprimentos.

Os sistemas ERP automatizam e suportam uma variedade de processos de negócios administrativos e operacionais em vários setores, incluindo aspectos de linha de negócios, atendimento ao cliente, administração e gerenciamento de ativos de uma empresa. As implantações de ERP são empreendimentos complexos e caros, e algumas organizações lutam para definir os benefícios de negócios.

Procure benefícios de negócios em quatro áreas: um catalisador para inovação de negócios, uma plataforma para eficiência de processos de negócios, um veículo para padronização de processos e economia de custos de TI. A maioria das empresas se concentra nas duas últimas áreas, porque são as mais fáceis de quantificar; no entanto, as duas primeiras áreas geralmente têm o impacto mais significativo na empresa.

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Saiba Mais

Conceito

É uma categoria de sistema de informação que visa integrar e padronizar os processos internos às relações externas da organização envolvendo transações com fornecedores, parceiros e clientes. Visa aperfeiçoar a cadeia interna de valores (g. Segundo Porter (1998) – Cadeia de Valor é uma forma de observar como os componentes da estrutura organizacional agregam valor ao serviço ou produto ao cliente. Envolve as chamadas atividades primárias (marketing, logística, operações entre outras) e as atividades de suporte (tecnologia, recursos humanos, infra-estrutura da empresa) )

Para Lima et al citados por Mendes e Escrivão Filho (2002) a adoção de um ERP afeta a empresa em todas suas dimensões, culturais, organizacionais ou tecnológicas. Esses sistemas controlam toda a empresa, da produção às finanças, registrando e processando cada fato novo na engrenagem corporativa e distribuindo a informação de maneira clara e segura, em tempo real. Ao adotar um ERP o objetivo básico não é colocar o software em produção, mas melhorar os processos de negócios usando tecnologia da informação. Mais do que uma mudança de tecnologia, a adoção desses sistemas implica em um processo de mudança organizacional.

Souza e Zwicker citados por Mendes e Escrivão Filho (2002) definem ERP como sistemas de informação integrados, adquiridos na forma de pacotes comerciais, para suportar a maioria das operações de uma empresa. Procuram atender requisitos genéricos do maior número possível de empresas, incorporando modelos de processos de negócio, obtidos através da experiência acumulada de fornecedores, consultorias e pesquisa em processos de benchmarking. A integração é possível pelo compartilhamento de informações comuns entre os diversos módulos, armazenadas em um único banco de dados. De fato, os sistemas do tipo ERP buscam integrar os principais processos organizacionais, envolvendo produção, finanças, materiais, vendas entre outros e embora tenham sua origem em sistemas de gestão de indústrias, como será visto a seguir, hoje atendem às mais diversas áreas evolvendo gestão pública, hospitais e instituições bancárias.

 

A História do ERP

 

No fim da década de 1950, quando os conceitos modernos de controle tecnológico e gestão corporativa tiveram seu início, a tecnologia vigente era baseada nos gigantescos mainframes que rodavam os primeiros sistemas de controle de estoques – atividade pioneira da interseção entre gestão e tecnologia. A automatização era cara, lenta – mas já demandava menos tempo que os processos manuais – e para poucos.

No início da década de 70, a expansão econômica e a maior disseminação computacional geraram o planejamento dos recursos de manufatura (Manufacturing Resource Planning – MRP), antecessores dos sistemas ERP. Sendo utilizada como parte de suas operações, esta aplicação “explode” um item nas suas partes constituintes, de modo que possam ser encomendas ou produzidas.

A saída do MRP segue para o departamento de compras, que deve adquirir matéria-prima necessária para produção, onde o departamento de compras faz o pedido aos vendedores, que fornecem matéria-prima para a empresa. O vendedor remete os produtos para fábrica e envia uma fatura para pagamento, através da função de contas a pagar da firma.

Os softwares surgiram já na forma de conjuntos de sistemas, também chamados de pacotes, que conversavam entre si e que possibilitavam o planejamento do uso dos insumos e a administração das mais diversas etapas dos processos produtivos.

Seguindo a linha evolutiva, a década de 80 marcou o início das redes de computadores ligadas a servidores – mais baratos e fáceis de usar que os mainframes – e a revolução nas atividades de gerenciamento de produção e logística.

O MRP se transformou em MRP II (que significava Manufacturing Resource Planning ou Planejamento dos Recursos de Manufatura), que agora também controlava outras atividades como mão-de-obra e maquinário.

Na prática, o MRP II já poderia ser chamado de ERP pela abrangência de controles e gerenciamento. Porém, não se sabe ao certo quando o conjunto de sistemas ganhou essa denominação.

O próximo passo, já na década de 1980, serviu tanto para agilizar os processos quanto para estabelecer comunicação entre essas “ilhas” departamentais. Foram então agregados ao ERP novos sistemas, também conhecidos como módulos do pacote de gestão.

As áreas contempladas seriam as de finanças, compras e vendas e recursos humanos, entre outras, ou seja, setores com uma conotação administrativa e de apoio à produção ingressaram na era da automação.

A nomenclatura ERP ganharia muita força na década de 1990, entre outras razões pela evolução das redes de comunicação entre computadores e a disseminação da arquitetura cliente/servidor – microcomputadores ligados a servidores, com preços mais competitivos – e não mais mainframes. E também por ser uma ferramenta importante na filosofia de controle e gestão dos setores corporativos, que ganhou aspectos mais próximos da que conhecemos atualmente.

 

Estágios de evolução do ERP na Empresa

 

Na visão de Franco Junior (2001) a evolução dos sistemas de ERP nas organizações pode ser compreendida em cinco estágios:

  1.  Sem ERP – Situação inicial onde não existe sequer a concepção daquele sistema na organização.
  2. Sistemas não integrados – A organização conta com sistemas de informática com potencial de integração.
  3. ERP parcial ou não integrado – A organização já conta com um ERP que possui alguns módulos integrados, por exemplo materiais e produção são integrados mas o financeiro ainda não;
  4. Unidades de negócio usando ERP – A matriz e as filiais utilizam o ERP, mas não há integração entre estas unidades;
  5. Empresa totalmente integrada por ERP – As áreas funcionais e as unidades de negócio compartilham integralmente toda a base de dados.
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